Moradores do Conjunto São Bartolomeu coletam lixo e combatem o Aedes Aegypti

Área de Atuação
Parques e Equipamentos Urbanos
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Junho é o mês dedicado à conservação do meio ambiente e a comunidade de São Bartolomeu, no Subúrbio Ferroviário, aproveitou o período para realizar um faxinaço. A coleta de lixo e o combate aos focos do mosquito Aedes Aegypti foram realizados por cerca de 30 moradores, incluindo jovens que participam das ações sociais do Movimento de Cultura Popular do Subúrbio (MCPS), organização não governamental que atua na comunidade.

A ação, realizada na última quinta-feira (16), teve o objetivo de alertar os moradores do Conjunto Habitacional São Bartolomeu sobre a necessidade de evitar o acúmulo de água parada, diminuindo a incidência de doenças como a dengue, a febre chikungunia e o zika vírus. Também foram repassadas orientações sobre importância de descartar o lixo de forma adequada, considerando que o local é a principal reserva de Mata Atlântica da Bahia com uma área verde extensa que envolve a Bacia do Cobre e todo o Parque São Bartolomeu e adjacências.

As atividades foram realizadas numa parceria entre equipe social da CONDER, técnicos da Embasa e Equipe de Zoonoses da Prefeitura Municipal de Salvador, além do apoio da Cooperativa de Reciclagem localizada em Ilha Amarela (COPERIS), que disponibilizou um agente para abordar o tema "Coleta Seletiva". Foram distribuídos panfletos informativos sobre o descarte adequado de resíduos, luvas e também ecobags, isto é, grandes sacolas usadas para recolher os materiais recicláveis coletados pelos jovens durante o faxinaço, para posterior reaproveitamento.

Após o faxinaço, o lixo reciclável coletado foi separado sob orientação da representante da COPERIS e todo o material recolhido foi doado à Cooperativa. “Nós ficamos muito felizes quando uma atividade envolve a comunidade e os jovens locais. Fizemos um sorteio de brindes oferecidos pela Embasa e oferecemos um lanche doado por comerciantes locais que se sensibilizaram com a iniciativa. É muito bom sentir a participação e o envolvimento de todos”, conclui a assistente social da CONDER, Elaine França.

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